A FELICIDADE QUE RONDA O NATAL

São felizes as recordações que guardo dos Natais da minha infância fazendo germinar as imagens que agora contemplo.
Lembro-me, assim, da minha casa quente e cheia de crianças risonhas, e de festas bem iluminadas por luzes acesas.
O interessante é que eu não gosto particularmente do luxo, ou do que habitualmente se considera como tal. Mas no meu espírito e no meu coração, ao calor humano, ao carinho, ao convívio, às risadas e correrias, aos momentos de felicidade, esses ficaram marcados.
Rodeada de carinho e alegria, quando a festividade se aproximava. Concentrava-me no nascimento de Jesus, na felicidade de reencontrar a família e receber presentes.
Mais tarde, deixei-me encantar com a euforia de enviar cartões e oferecer lembranças.
Os cartões, então, eram cheios dos meus bons desejos para a humanidade. Escrevia-os inocentes, enumerando os desejos que desejava que recaisse sobre o destinatário. Estava certa de que todos notariam a escolha criteriosa da estampa, o cuidado com que desenhara as letras, a suavidade da caligrafia, a genuinidade dos votos expressos e ficariam felizes.
Hoje, já talvez, mais madura, mas com o mesmo sentimento que esta data me trás, sinto voltar as minhas entranhas que:
O Natal tem que ver com o nascimento de Jesus. Tem que ver com o surgimento de uma nova vida, cheia de energia, de amor e de esperança! E, assim, olhando as crianças, que me rodeiam encontro nos seus rostinhos, nos seus sonhos, nas suas palavras, nos seus olhares, nos seus gestos, o espírito do Natal. E, por eles, é sem dúvida que enfeitamos a árvore de Natal, montamos o Presépio, estendemos a toalha de linho sobre a mesa, colocamos as louças de festa, distribuímos os copos de cristal que só deixam o armário uma vez por ano. Utilizamos os talheres que lavamos e polimos até brilharem, preparamos as receitas antigas de peru, fritamos as rabanadas, compramos o mais bonito panetone que conseguimos encontrar, e asseguramo-nos de que o menino Jesus e o Papai Noel deixarão, ao pé da árvore de natal, os presentes tão desejados. Depois, acendemos a casa, inundando-a de luz. Convidamos a família.
Ao recebermos, à entrada, cada parente recém-chegado, sentimo-nos felizes por tê-lo junto de nós. Falamos e damos risadas, contentes, enquanto os tomamos em nossos braços e por baixo disfarçamos o saco com os presentes trazidos para as crianças.
As crianças, ah!, essas, já correm pela sala, risonhas, felizes, brincando com os primos, admirando o Presépio, observando as luzes do pinheiro decorado com fios dourados, figurinhas de madeira e bolas brilhantes.
Assistindo a euforia, agradeço a Deus pela graça de os ter trazido até nós, e com eles uma nova alegria, fé e esperança! E em cada novo Natal lançamos, nas suas mentes e nos seus corações pequeninos, as sementes que mais tarde germinarão em recordações felizes dos Natais da sua infância.
Assim se faz, para que o espírito do Natal jamais seja amornado.

COM ESTE TEXTO GOSTARIA DE REGAR SEU CORAÇÃO.
NÃO HÁ COMO ESQUECER INJUSTIÇAS, POBREZA E TUDO MAIS QUE ESTÁ ESTAMPADO POR AÍ, MAS JAMAIS DEIXE QUE O ESPÍRITO DE NATAL VENHA FUGIR DO SEU CORAÇÃO, AFINAL ESTE ESPÍRITO MUITAS VEZES FAZ COM QUE NÓS ESTEJAMOS MAIS ATENTOS E PRONTOS A AJUDAR QUEM PRECISA COM A BONDADE QUE HABITA NOSSO INTERIOR.
Lembro-me, assim, da minha casa quente e cheia de crianças risonhas, e de festas bem iluminadas por luzes acesas.
O interessante é que eu não gosto particularmente do luxo, ou do que habitualmente se considera como tal. Mas no meu espírito e no meu coração, ao calor humano, ao carinho, ao convívio, às risadas e correrias, aos momentos de felicidade, esses ficaram marcados.
Rodeada de carinho e alegria, quando a festividade se aproximava. Concentrava-me no nascimento de Jesus, na felicidade de reencontrar a família e receber presentes.
Mais tarde, deixei-me encantar com a euforia de enviar cartões e oferecer lembranças.
Os cartões, então, eram cheios dos meus bons desejos para a humanidade. Escrevia-os inocentes, enumerando os desejos que desejava que recaisse sobre o destinatário. Estava certa de que todos notariam a escolha criteriosa da estampa, o cuidado com que desenhara as letras, a suavidade da caligrafia, a genuinidade dos votos expressos e ficariam felizes.
Hoje, já talvez, mais madura, mas com o mesmo sentimento que esta data me trás, sinto voltar as minhas entranhas que:
O Natal tem que ver com o nascimento de Jesus. Tem que ver com o surgimento de uma nova vida, cheia de energia, de amor e de esperança! E, assim, olhando as crianças, que me rodeiam encontro nos seus rostinhos, nos seus sonhos, nas suas palavras, nos seus olhares, nos seus gestos, o espírito do Natal. E, por eles, é sem dúvida que enfeitamos a árvore de Natal, montamos o Presépio, estendemos a toalha de linho sobre a mesa, colocamos as louças de festa, distribuímos os copos de cristal que só deixam o armário uma vez por ano. Utilizamos os talheres que lavamos e polimos até brilharem, preparamos as receitas antigas de peru, fritamos as rabanadas, compramos o mais bonito panetone que conseguimos encontrar, e asseguramo-nos de que o menino Jesus e o Papai Noel deixarão, ao pé da árvore de natal, os presentes tão desejados. Depois, acendemos a casa, inundando-a de luz. Convidamos a família.
Ao recebermos, à entrada, cada parente recém-chegado, sentimo-nos felizes por tê-lo junto de nós. Falamos e damos risadas, contentes, enquanto os tomamos em nossos braços e por baixo disfarçamos o saco com os presentes trazidos para as crianças.
As crianças, ah!, essas, já correm pela sala, risonhas, felizes, brincando com os primos, admirando o Presépio, observando as luzes do pinheiro decorado com fios dourados, figurinhas de madeira e bolas brilhantes.
Assistindo a euforia, agradeço a Deus pela graça de os ter trazido até nós, e com eles uma nova alegria, fé e esperança! E em cada novo Natal lançamos, nas suas mentes e nos seus corações pequeninos, as sementes que mais tarde germinarão em recordações felizes dos Natais da sua infância.
Assim se faz, para que o espírito do Natal jamais seja amornado.

COM ESTE TEXTO GOSTARIA DE REGAR SEU CORAÇÃO.
NÃO HÁ COMO ESQUECER INJUSTIÇAS, POBREZA E TUDO MAIS QUE ESTÁ ESTAMPADO POR AÍ, MAS JAMAIS DEIXE QUE O ESPÍRITO DE NATAL VENHA FUGIR DO SEU CORAÇÃO, AFINAL ESTE ESPÍRITO MUITAS VEZES FAZ COM QUE NÓS ESTEJAMOS MAIS ATENTOS E PRONTOS A AJUDAR QUEM PRECISA COM A BONDADE QUE HABITA NOSSO INTERIOR.




















































































